ALIMENTAC?A?O INFANTIL EM FASE ESCOLAR
Resumo
Sabemos que a obesidade e? o mal do Se?culo XXI. Apesar de seu principal fator ser o gene?tico, inu?meros outros fatores da vida moderna sa?o responsa?veis pelo crescente nu?mero de adultos e crianc?as acometidos pela obesidade e doenc?as correlatas. O estilo de vida intenso das fami?lias e a consequente falta de tempo dos pais para participarem ativamente do quotidiano dos filhos te?m comprometido seriamente a alimentac?a?o infantil, pois se tem substitui?do refeic?o?es mais sauda?veis por uma fonte de alimentac?a?o mais ra?pida, industrializada, com sabor e cor artificiais, com pouco ou nenhum valor nutritivo. Por essas razo?es, e? preciso criar poli?ticas pu?blicas e embates cienti?ficos voltados para um planejamento nutricional no Brasil, com a implantac?a?o de um projeto de alimentac?a?o sauda?vel na rede privada de ensino direcionada a?s crianc?as em idade escolar. Pouco se tem feito para combater a obesidade infantil na rede particular de ensino. Nesse sentido, apresentamos os seguintes questionamentos: As escolas da rede privada de ensino te?m desenvolvido um trabalho de conscientizac?a?o com seus alunos sobre a importa?ncia de uma alimentac?a?o balanceada? Existem refeito?rios e/ou cantinas que disponibilizam produtos mais sauda?veis assim como um nutricionista para acompanhar a alimentac?a?o escolar e prevenir a obesidade infantil? O objetivo deste trabalho foi de analisar o tipo de alimentac?a?o oferecida nas escolas da rede privada de ensino e refletir sobre o papel do nutricionista no processo de reeducac?a?o alimentar. Realizamos uma pesquisa bibliogra?fica do objeto em estudo e utilizamos a abordagem qualitativa, a partir da ana?lise de dez trabalhos, entre artigos, dissertac?o?es e teses, que foram coletados em motores de buscas como o Google Acade?mico (https://scholar.google.com.br), com base em palavras-chave como nutric?a?o, alimentac?a?o, infantil e escola. Os resultados demonstraram que, apesar de o nutricionista ter um papel fundamental no ambiente educacional, uma grande parte das instituic?o?es de ensino privado na?o dispo?e de um profissional dedicado a? educac?a?o alimentar e nutricional. O estudo mostrou, ainda, que a falta de conscientizac?a?o na?o envolve apenas os profissionais que ali trabalham, mas tambe?m a tri?ade pais, educadores e alunos de forma geral. Entendemos que o aperfeic?oamento das pra?ticas alimentares e? outro fator contundente e que precisa ser repensado nas cantinas da rede privada. O controle de ingesta?o de alimentos comercializados e a e?nfase na discussa?o sobre o problema da obesidade infantil nas escolas podera?o resultar em um patamar de conscientizac?a?o e ha?bitos sauda?veis.